Centenário
do nascimento de Nise da Silveira (15/02/1905)
por Salete Monteiro Amador
Em 1905, nasceu Nise da Silveira em Maceió, Alagoas. Formou-se
na Faculdade de Medicina da Bahia, em 1926. Foi a única mulher,
entre os 156 alunos da faculdade. Em 1927 seu pai morreu e Nise
foi para o Rio de Janeiro. Começou sua carreira em psiquiatria
no hospital que, na época, era popularmente chamado de hospício
da Praia Vermelha (hoje Hospital Pinel), em 1933.
Entre 1936 e 1944 é afastada do serviço público
por motivos políticos. É readmitida no serviço
público e designada em 17 de abril de 1944 para ter exercício
no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro (atual
Instituto Municipal Nise da Silveira).
Nise recusava-se a utilizar os métodos usuais e agressivos
da psiquiatria clássica – internação,
eletrochoques, insulinoterapia, lobotomia e utilização
indiscriminada de medicação, que até hoje deixa
os pacientes em estado de torpor, impregnação. Foi
deslocada, então, para o setor de Terapêutica Ocupacional,
local visto pelos médicos como “pouco nobre”,
onde os pacientes faziam apenas serviços de limpeza.
Foi neste local que Nise iniciou sua grande revolução.
Em 1946 ela fundou a Seção Terapêutica Ocupacional
e Reabilitação (STOR). Com bases em seus estudos e
na sua própria rebeldia e criatividade, Nise criou um espaço
em que os pacientes internos eram recebidos num ambiente acolhedor
e respeitoso. Organizou ateliês para vários tipos de
atividades: música, modelagem, pintura, teatro, encadernação,
dentre outros. Nos ateliês os pacientes eram acompanhados
por monitores, que não interferiam em sua produção.
Nise olhava para aqueles pacientes de forma diferente da psiquiatria
tradicional. Valorizava o contato afetivo, pois eram pessoas que
estavam sofrendo muito, já que tinham rompido o seu contato
com a realidade e “mergulhavam”, sem nenhuma proteção,
no inconsciente. Através do acolhimento e do respeito procurava
possibilitar o caminho de volta para a realidade e a recuperação
da autonomia perdida.
Além da dor provocada pelo sofrimento mental os pacientes
também sofriam a discriminação no meio social
e dentro do próprio hospital. O próprio ambiente hospitalar
conspirava contra ao que se propunha: curar.
Nise da Silveira era uma pessoa apaixonada pelo ser humano e sua
subjetividade, era movida por mistérios e desafios e buscava
compreender o que acontecia nos complexos caminhos da psique humana.
Em 1952, Nise fundou o Museu das Imagens do Inconsciente, um acervo
com os preciosos trabalhos criados nos ateliês da STOR: pinturas,
desenhos e esculturas. O Museu também era um centro de estudo
e pesquisa dessas obras. Por meio desse trabalho introduz a psicologia
junguiana no Brasil.
Alguns anos mais tarde, em 1956, mobilizando um grupo de pessoas
motivadas pelas mesmas idéias, Nise realiza mais um projeto
revolucionário para a época: a criação
da Casa das Palmeiras, uma instituição independente
de convênios, destinada ao tratamento de egressos de instituições
psiquiátricas, onde atividades expressivas são utilizadas
como forma de tratamento e realizadas livremente, em regime de externato.
Na época era grande o número de pacientes que eram
reinternados (70%), isto ocorria devido a dificuldade dos ex-pacientes
serem integrados a comunidade, algo essencial para a recuperação
deles.
O objetivo da Casa das Palmeira era o de ser um local em que os
egressos do hospício poderiam, gradualmente, recuperar a
auto-estima e a independência, através de diversas
formas de expressão criativa e do convívio com profissionais
que tinham uma postura de respeito e cuidado.
A lógica de cuidado e funcionamento da Casa das Palmeiras
é completamente diferente dos hospitais psiquiátricos:
as portas e janelas são abertas, não há enfermeiros,
a freqüência é diária (cerca de 5 horas
por dia), os psiquiatras, psicólogos, artistas, monitores
e estagiários não usam jaleco e se posicionam lado
a lado ao paciente nas atividades, na hora do lanche, nas festas.
Com a base de sólidos conhecimentos científicos, (principalmente
da psicologia junguiana, da terapia ocupacional e da antipsiquiatria)
e da sua experiência no Centro Psiquiátrico Pedro II,
Nise orientou o trabalho desenvolvido na Casa das Palmeiras, sempre
enfatizando a importância do contato afetivo e da expressão
criativa para a recuperação das pessoas ali atendidas.
A Casa das Palmeiras ainda funciona (está em sua 3ª
sede), e a maioria de seus pacientes não retornou ao Hospital
Psiquiátrico.
O Museu das Imagens do Inconsciente continua existindo graças
à Sociedade dos Amigos do Museu do Inconsciente e à
fama internacional adquirida pela divulgação de pesquisas
lá realizadas e das obras que impressionaram críticos
de artes, artistas e pesquisadores do Brasil e do Exterior.
Nise da Silveira era profunda conhecedora de Freud, mas através
da Psicologia de Carl Gustav Jung pode buscar sentidos nas vivências
dos pacientes, dramaticamente respresentadas por seus trabalhos
plásticos.
Nise da Silveira é considerada a introdutora do estudo sistemático
da psicologia analítica no Brasil, sendo responsável
pela formação do Grupo de Estudos C.G. Jung, do qual
foi presidente desde 1968. Foi Jung que através de pesquisas
chegou ao conceito de Inconsciente Coletivo, que ultrapassa as fronteiras
do Inconsciente Pessoal. O Inconciente Coletivo possui camadas profundas
com heranças comuns a toda a humanidade. Ele tem como elementos
estruturais os arquétipos. Estes só podem ser conhecidos
indiretamente através de imagens presentes em religiões,
contos de fada, desenhos alquímicos, mitos dentre outras
manifestações da cultura coletiva. As pinturas, desenhos
e esculturas do Museu de Imagens do Inconsciente formam um acervo
imenso (são milhares de obras), repleto dessas imagens e
também de imagens que representam a visão do pintor
do mundo externo, sua percepção do mundo, além
de vivências subjetivas na relação com o espaço
e com o outro.
Nise da Silveira escreveu diversos livros e textos sobre o assunto.
Realizou exposições com os trabalhos de seus pacientes
e divulgou-os através de catálogos de fotos. As homenagens,
prêmios e títulos por ela recebidos são inúmeros,
em reconhecimento de seu prestígio tanto nacional como internacionalmente.
Suas pesquisas sobre terapêutica ocupacional e a compreensão
do processo psicótico por meio das imagens do inconsciente
deram origem, ao longo dos anos, a exposições, filmes,
documentários, audiovisuais, cursos, simpósios, publicações
e conferências. Foi também pioneira na pesquisa das
relações afetivas entre pacientes e animais, aos quais
chamava de co-terapeutas.
Nise Magalhães da Silveira nasceu em Maceió (AL),
no dia 15 de fevereiro de 1905, e morreu no Rio de Janeiro em outubro
de 1999, aos 94 anos. Costumava dizer: "Felizmente, eu nunca
convivi com gente muito ajuizada".
No ano de 2000, o Centro Psiquiátrico Pedro II é municipalizado
e, em sua homenagem, passa a chamar-se Instituto Municipal de Assistência
à Saúde Nise da Silveira.
Em homenagem ao Centenário de Nise da Silveira os Correios
lançaram um selo.
SOBRE O SELO
"O selo apresenta, em primeiro plano, o perfil de Nise da
Silveira, à direita, e o perfil de um gato, à esquerda,
animal admirado pela psiquiatra por sua liberdade, independência
e altivez. Em segundo plano, são apresentadas a figura de
Nise admirando pinturas criadas por pacientes; uma mandala, símbolo
de integração psíquica presente em vários
desenhos de seus “clientes”; e um grupo de doentes em
convivência. Ao centro, o Manto da Apresentação,
criado por Arthur Bispo do Rosário, interno esquizofrênico
da Colônia Juliano Moreira. Apesar de não ter sido
paciente da Dra. Nise, ao contrário do que muitos consideram,
suas obras afirmam a capacidade criadora dos portadores de sofrimento
psíquico e, por isso, são comumente associadas às
teorias desenvolvidas pela psiquiatra.”
(Texto de autoria dos Correios)
Publicações
de Nise Da Silveira
EM LIVROS:
- Ensaio sobre a criminalidade da mulher no Brasil. Tese apresentada
à Faculdade de Medicina da Bahia. Imprensa Oficial do Estado,
1926.
- Jung Vida e Obra
José Álvaro, Editor - atualmente na 10ª edição
- 1ª edição em 1968
- Terapêutica Ocupacional - Teoria e Prática
Edição Casa das Palmeiras, Rio de Janeiro, 1979
- Os Cavalos de Octávio Ignácio (Organização)
Funarte, 1980 - Fotografia de Humberto Francheschi
- Coleção Museus Brasileiros Vol. 2 - Museu de Imagens
do Inconsciente
Funarte, 1980
- Imagens do Inconsciente
Editorial Alhambra, Rio 1ª edição outubro de
1981
3ª edição maio de 1987
- Casa das Palmeiras: A emoção de lidar
Coordenação e prefácio de uma experiência
em psiquiatria.
Alhambra, 1986.
- A Farra do Boi
Numen Editora, 1989
- Artaud - a nostalgia do mais
Númem Editora, 1989 - Com Rubens Correa, Marco Lucchesi
e Milton Freire
- Cartas a Spinoza
Editora Numem, 1990
- O Mundo das Imagens
Editora Ática, 1992
- Gatos: A Emoção de Lidar
Léo Christiano Editorial. Rio, 1998
TEXTOS EM PERIÓDICOS CIENTÍFICOS:
- Estado Mental dos Afásicos
Revista de Medicina, Cirurgia e Farmácia, nº 101,
setembro/1944
- Considerações Teóricas sobre Ocupação
Terapêutica
Revista de Medicina, Cirurgia e Farmácia. Rio de janeiro,
Junho/1952
- Contribuição aos estudos dos efeitos da leucotomia
sobre a atividade criadora.
Revista de Medicina, Cirurgia e Farmácia, nº 225.
Rio de Janeiro, janeiro/1955.
- Expérience d'art spontané chez des schizophrènes
dans un service de therapeutique occupationelle - Em colaboração
com o Dr. Pierre Le Gallais, trabalho apresentado no II Congresso
Internacional de Psiquiatria, Zurique 1957. Congress Report v.4,
p.380-86. 1957. Tradução para o português,
Quaternio, n. 7, Grupo de Estudos C. G. Jung, Rio de Janeiro,
1996.
- C. G. Jung e a psiquiatria
Revista Brasileira de Saúde Mental, Rio de Janeiro, v.
7 1962-63
- Simbolismo do Gato. Quaternio, revista do Grupo de Estudos C.G.Jung,
n. 1, Rio de Janeiro, 1965
- No Reino das Mães: um caso de esquizofrenia estudado
através da expressão plástica. Revista Brasileira
de Saúde Mental, v. 9, Rio de Janeiro, 1966
- 20 anos de Terapêutica Ocupacional em Engenho de Dentro
(1946-1966)
Revista Brasileira de Saúde Mental, vol. 12 - Rio de Janeiro,
1966
- Perspectivas da psicologia de C. G. Jung
Revista Tempo Brasileiro, nº21/22, 1970
- Herbert Read: Em memória. Revista Quaternio, n. 2, Rio
de Janeiro, 1970
- Dionysos: Um Comentário Psicológico. Quaternio,
n. 3, Rio de Janeiro, 1973
- Deus-Mãe. Quaternio, n.4, Rio de Janeiro, 1975
- Retrospectiva de um trabalho vivido no Centro Psiquiátrico
Pedro II, no Rio de Janeiro. Anais do XIV Congresso Nacional de
Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental. Maceió, 1979.
Vivência - Órgão da Associação
Alagoana de Psiquiatria, 1980
CATÁLOGOS
- Imagens do Inconsciente
Introdução para o catálogo da exposição
apresentada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e em várias
cidades brasileiras, em comemoração ao centenário
de C. G. Jung (1975).
- Arte Incomum, XVI Bienal de São Paulo. São Paulo,
Ed. Maria Otília Bocchini 1981.
- Os Inumeráveis Estados do Ser
Prefácio para o catálogo da exposição
apresentada em maio-junho de 1987, no Paço Imperial do
Rio de Janeiro, No Palácio das Artes de Belo Horizonte
e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre;
Na Fundação Calouste Gulbenkian, como representante
do Brasil no evento Lisboa Capital Européia da Cultura
(1994) e no Istituto Italo-Latinoamericano (Roma) como representante
do Brasil nas comemorações dos 50 anos da ONU.
- O Gato como Co-Terapeuta. Catálogo da exposição
Bilder des Umbewussten aus Brasilien. Museu de Imagens do Inconsciente,
Frankfurt - 1994
- Arqueologia da Psique .Catálogo da exposição
realizada no Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal
em Brasília - Nov/97. Espaço Cultural da Caixa em
Curitiba, Julho/98 e Espaço Cultural da Caixa, Rio de Janeiro
Nov/98. No XVII Congresso Brasileiro de Psicanálise, Rio
de Janeiro Abril/99
- O Mundo das Imagens, no catálogo do Módulo Imagens
do Inconsciente da Mostra do Redescobrimento, Associação
Brasil 500 Anos Artes Visuais. São Paulo, 2000.
EXPOSIÇÕES
- Organização e Supervisão Científica
das 98 exposições realizadas pelo Museu de Imagens
do Inconsciente. Mostras apresentadas na sede do Museu, e nas
principais cidades do Brasil em Museus, universidades e centros
culturais e científicos. No Exterior: Zurique, 1957 (II
Congresso Internacional de Psiquiatria). Os Inumeráveis
Estados do Ser - representação institucional do
Brasil no evento Lisboa 94 - Capital Européia da Cultura.
Imagens do Inconsciente - Feira do Livro de Frankfurt, 1994. Os
Inumeráveis Estados do Ser em Roma, 1995, como parte das
comemorações dos 50 anos da ONU.
- Prêmios/Títulos/Homenagens
- Em 1971 recebe o troféu Golfinho de Ouro do Museu da
Imagem e do Som do Estado da Guanabara.
- Figura entre as 10 (dez) mulheres do ano em 1973, escolhidas
pelo Conselho Nacional de Mulheres do Brasil.
- Recebe homenagem do Conselho Regional de Medicina, como representante
da área de psiquiatria em 19.12.74.
- Recebe o Prêmio Personalidade Global Feminina correspondente
ao ano de 1974, conferido pelo jornal O GLOBO e REDE GLOBO DE
TELEVISÃO.
- Em 1975 recebe a medalha do Estado da Guanabara, conferida pelo
Governador Chagas Freitas, por serviços prestados à
cidade-estado da Guanabara.
- 1981, Medalha de Mérito Oswaldo Cruz, na Categoria Ouro,
concedida pelo Presidente da República João Batista
de Figueiredo e Ministro da Saúde Waldir Mendes Arcoverde.
Decreto de 14 de abril de 1981.
- Comenda Desembargador Mário Guimarães, outorgada
pela Assembléia Legislativa do Estado de Alagoas em 1983.
- "Benemérito do Estado do Rio de Janeiro", título
concedido pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro
- 1984.
Ordem do Mérito dos Palmares no grau de Comendador, outorgado
pelo Governador do Estado de Alagoas, Grão-Mestre daquela
Ordem. - 1985.
Comenda Desembargador Mário Guimarães, concedida
pela Câmara Municipal de Maceió - 1987.
- Condecorada com a Ordem do Rio Branco no Grau de Oficial, pelo
Ministério das Relações Exteriores, em 13
de maio de 1987.
- Homenagem especial da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio
de Janeiro, em comemoração ao Dia do Médico
- 16 de outubro de 1987
- Título de Professor "Honoris Causa", da Escola
de Ciências Médicas de Alagoas - 4 de março
de 1988
- Título de Professor "Honoris Causa" pela Universidade
do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em abril de 1988.
- Medalha do Mérito da Fundação Joaquim Nabuco
de Recife (PE) em 1989.
- Sócia Honorária da Sociedade de Medicina de Alagoas,
em 1989
- Medalha Peregrino Júnior da União Brasileira de
Escritores em 1992.
- Prêmio Personalidade do Ano de 1992, da Associação
Brasileira de Críticos de Arte.
- Medalha Chico Mendes outorgada pelo grupo Tortura Nunca Mais,
em 1993.
- Ordem Nacional do Mérito Educativo no grau de Comendador,
pelo Ministério da Educação e do Desporto
da Presidência da República em 1993.
- Prêmio Hors Concours (gênero ensaio) do Concurso
Prêmio Alejandro José Cabassa da União Brasileira
de Escritores, em 1994.
- Prêmio Carmem da Silva - Colóquio das Mulheres
Fluminenses, 1995.
- Homenagem do Centro Mario Schenberg de Documentação
da Pesquisa em Artes - USP - 1996
- Associação Médica do Rio de Janeiro - Dia
Internacional da Mulher - 1997
- Homenagem da Associação Médica de Alagoas
- 1997
- Homenagem no II Encontro Nacional de Serviço Social e
Seguridade. - Porto Alegre, 2000
- Algumas Instituições Criadas à Partir do
Trabalho da Dra. Nise da Silveira
- Museu de Imagens do Inconsciente - Rio de Janeiro
- Casa das Palmeiras - Rio de Janeiro
- Grupo de Estudos C. G. Jung - Rio de Janeiro
- Sociedade amigos do Museu de Imagens do Inconsciente - Rio de
Janeiro
- Association Nise da Silveira
Images de L'Inconscient - Paris
- Museo Attivo delle Forme Inconsapevoli
Genova (comitato d'onore)
- Centro de Estudos Nise da Silveira
Juiz de Fora - MG
- Museu Bispo do Rosário
Colônia Juliano Moreira (RJ)
- Espaço Nise da Silveira
Núcelo de Atenção Psico-Social - Recife (PE)
- Universidade do Porto (Portugal)
Centro de Estudos Imagens do Inconsciente
- Fundação Clube Terapêutico Nise da Silveira
Salvador (BA)
- Núcleo de Atividades Expressivas Nise da Silveira
Hospital Psiquiátrico São Pedro - Porto Alegre
- Associação de Convivência Estudo e Pesquisa
Nise da Silveira
Salvador (BA)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Artigo: Homenagem a uma guerreira
Autora:Teresa Vignoli
Endereço: http://kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=34&rv=Literatura
Museu Imagens do Inconsciente
Biografia de Nise da Silveira
Endereço: http://www.museuimagensdoinconsciente.org.br/nise/biograf.htm
Artigo: Nise da Silveira: Ela Cuidou da loucura
Autoria: Ministério da Ciência e da Tecnologia - C&T
Jovem
http://ctjovem.mct.gov.br/index.php?action=/content/view&cod_objeto=8340
Ministério das Comunicações - Correios
Selo do Centenário do Nascimento de Nise da Silveira
http://www.correios.com.br/selos/selos_postais/selos_2005/selos2005_01.cfm
Autora
Salete Monteiro Amador é
psicóloga, graduada pela PUC-SP e aprimorada em Saúde
Coletiva pelo Instituto de Saúde da Secretaria de Estado
da Saúde de São Paulo. Atualmente trabalha no CAPS
Guaianases, serviço da Secretaria de Saúde da Prefeitura
de São Paulo.
E-mail para contato:salete_psi@yahoo.com.br
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